"A lei é a força colocada a serviço da sociedade para o benefício de todos"
Cesare Beccaria 

 

Internet está sendo controlada por corporações multinacionais

A internet, enquanto não fundamental para os desatentos, é a maior, mais democrática e completa ferramenta, já criada pelo gênero humano para difusão do conhecimento.

Para as grandes corporações, na realidade são elas que definem os destinos da humanidade, a internet, é vital que seja por eles controlada, para que os impérios corporativos estendam seus (deles) tentáculos sobre todas as atividades da humanidade. Mal utilizada, caso assim permitamos, poderá tornar real a ficção de George Orwell. >> Biografia de Orwell

A internet é uma estrada sem fim, uma verdadeira galáxia. Há bilhões de sítios, mas, como na vida real, na virtual acontecem coisas que até Deus duvida. Vejamos estes artigos abaixo, colaboração dos leitores Claudio Monteiro e Marcos Oliveira.

Projeto censurado
A Internet está em perigo, mas não existe nenhum debate sobre o futuro. Companhias de cabo gigantes como AT&T;, Comcast, e Verizon estão apoderando-se da rede mediante leis, e sentenças judiciais com o fim de que perca seu caráter democrático, e oferecer, em troca, um duplo serviço: um caro e rápido, de alta tecnologia, para a classe média e ricos, e outro de segunda classe para os pobres, mas com intervenção corporativa nos conteúdos.

Este é um dos temas do Projeto Censurado, versão 2007, que cumpriu seu ciclo Nº 30. As mais importantes histórias jornalísticas ocultadas ao público durante 2006 acabam de ser publicadas na edição anual do Projeto Censurado 2007,

Com 25 temas “top” que foram ignorados pela imprensa corporativa dos USA, vale dizer, os noticiários das mega-redes de televisão como Fox News, ABC, CBS, e CNN, e os grandes periódicos tipo The New York Times, e The Washington Post, entre outros. Os “big media” estadounidenses, e por extensão, de tudo o chamado mundo occidental, estão controlados por menos de media duzia de super-corporações.

O Projeto Censurado nasceu em 1976, quando o acadêmico Carl Jensen, da Universidade Sonoma State de California, decidiu começar a investigar com seus alunos e alguns colegas exatamente que matérias a imprensa ocultava cada ano entre tudo o que ocorria nos USA, não somente em volta do escândalo Watergate.

“Interessado no incremento dos problemas sociais, e a aparente apatia pública, fiz um esforço de investigação nacional em 1976, chamado Projeto Censurado, para explorar se realmente existia uma omissão sistemática de certos problemas em nossos meios de comunicação nacionais”, explicou Jensen, com motivo do 30º aniversário do Projeto.

“Explorando e publicando histórias de importância nacional sobre problemas que passaram por cima ou sub-informaram-se nos meios de comunicação de alcance nacional, o Projeto procura estimular jornalistas e editores à proporcionar mais cobertura desses problemas”, indicou Jensen. “Também existe a esperança de animar o público geral para o que procure, e exija mais informação sobre esses temas”.

A Revista Americana de Jornalismo (The American Journalism Review) chamou-o “a força moral” nos meios de comunicação estadounidenses, e “um cedo e distante sistema de aviso para os problemas da sociedade”.

Temas relevantes, mas censurados

“Carter e a Comisão Trilateral” foi uma história relevante entre os 25 temas do primeiro Projeto Censurado, em 1976. A Trilateral assumiu cedo o desenho do mundo unipolar no qual atualmente moramos, sob a inspiração teórica de Zbgniew Brzezinski, assessor do então Presidente James Carter, e do hiper-milionário David Rockefeller.

O relatório anual de noticias importantes que não mereceram as manchetes dos diários nem sequer os titulares das notícias por TV abordam histórias jornalísticas de grande relevância ocultadas do cidadão estadounidense.

Por exemplo, um dos temas de 1977 foi o Mito do Progresso Negro (1977). Nos arquivos do Projeto Censurado pode encontrar a face oculta de três décadas de história política, econômica, e militar dos USA, refletido em 750 monografias jornalísticas.

Muitos temas de até 30 anos conservam ainda plena vigência. Por exemplo, Os Perigos das Plantas de Energia Nuclear (1978), Os Vestígios de Lixo Tóxico Estadounidense no Terceiro Mundo (1979); Informes Distorcidos Sobre a Crise de El Salvador (1980), Israel: Comerciante da Morte na América Central (1983), O Aumento Militar Soviético foi uma mentira (1984), o Monopólio da Informação (1987), Os Segredos Sujos de George Bush (1988), e muitas outras historias mantidas ocultas através dos anos. O Projeto Censurado é hoje uma sorte de radiografia anual, interna, e exterior, do império estadounidense sob a ditadura virtual de George Bush.

Peter Phillips continua a tarefa do professor Jensen, Jubilado em 1996, em colaboração com uns 200 estudantes e acadêmicos, que anualmente processam um milheiro de historias para selecionar 25. Os temas “mais censurados” encontram-se hoje em sitios web, revistas de circulação reduzida, boletins, pequenas estações de radio e TV ou nas últimas páginas de periódicos regionais, e locais.

Os colaboradores de Phillips recomendam: “Se você vê uma historia, e se surpreende de que não tenha sido coberta pelos grandes meios de comunicação, envie para nós do Projeto Censurado”. Elegem-se notícias que tenham informação que o grande público dos USA tem direito a conhecer, e necessita saber, mas sem acesso limitado.

A história relatada nas notícias deve ter conexões diretas e implicações para os cidadãos do país. Podem incluir atividades de pessoas, e entidades estadounidenses no extrangeiro comprometidas na historia. Também deve ser uma história oportuna, filiada e contínua, clara nos seus conceitos, e absolutamente verificável com documentação e fontes.

Em 30 anos, o trabalho do Projeto Censurado ultrapassou a fronteira dos USA. O anuário, que publica a editorial Seven Stories de Nova York também se edita na Itália, e na América Latina. Argenpress oferece a cada ano uma tradução das 25 histórias “top”. Ademais das 25 histórias mais censuradas, o livro anual oferece numerosos outros temas, trabalhos acadêmicos, e estudos jornalísticos.

O autor desta nota, com Peter Phillips em Sonoma State Universite, California, sobre a concentração da propriedade dos grandes meios, o perfil dos executivos das empresas jornalísticas, rádio, cinema, televisão, e entretenimento, e seus vínculos com as cúpulas das mega corporações, que dominam a economia, e hoje a política, e até as forças armadas dos USA.

Temas “top” 2007

Estes são os temas “top” do informe 2007, que podem ser lidos (em inglês) na página web do Projeto, cujas traduções ao castelhano se publicarão na Argenpress:

1. O futuro de Internet, um debate Ignorado pelos grandes meios: Companhias de cabo como AT&T;, Comcast, e Verizon estão apoderando-se da Internet através de leis, e sentenças judiciais para que perca seu caráter democrático, e oferecer, em troca, um duplo serviço, um caro e rápido à classe média de ricos, e outro de segunda classe para os pobres, mas com intervenção corporativa nos conteúdos.

2. Halliburton vendeu tecnologia nuclear ao Iran: o jornalista Jason Leopold, de Global Research.Ca, denunciou em agosto de 2005, que a companhia, dirigida pelo vice-presidente Dick Cheney vendeu os componentes mais importantes para um reator nuclear ao seu colega Oriental Oil Kish, uma das maiores corporações iranianas de desenvolvimento petroleiro.

3. Os oceanos do mundo estão em extremo perigo: Os estragos locais são agora pandêmicos: os oceanos estão mudando de maneira calamitosa, segundo dados da oceanografia, biologia marinha, meteorologia, ciência da pesca, e glaciologia.

4. Aumentam a fome, e o desamparo nos USA: Continuou crescendo em 2005 a quantidade de pessoas famintas, e sem lar, nas cidades norteamericanas, a despeito da proclamada melhora da economia, segundo o relatório anual da Conferencia de Prefeitos de EEUU.

5. Genocídio ‘High-Tech’ no Congo: Até sete milhões de pessoas têm morrido no Congo desde 1996, segundo o Coordenador da ONU para Alívio de Emergências, como consequência das invasões e guerras patrocinadas pelas corporações, que desejam controlar sua riqueza mineral, em particular os metais coltan, e nióbio, utilizados na produção de telefones celulares, e na eletrônica de alta tecnologia, ademais do cobalto, essencial para as indústrias nuclear, química, aerospacial, e de armas, sem deixar de lado os tradicionais diamantes, estanho, cobre, e ouro.

6. Em perigo a proteção federal para denunciantes: Scott Bloch, nomeado por Bush em 2004 na “Office of Special Counsel (OSC)” está eliminando a proteção federal ao empregado público que denuncie fraudes e abusos, uma figura protegida pela legislação denominada “whistleblower”. A OSC foi criada para proteger estes denunciantes, mas agora está demitindo-os, e também não investiga as denuncias de corrupção e abusos que formulam.

7. Torturadores dos USA matam no Afeganistão e Iraque: A União Americana pelas Liberdades Civís (ACLU, em inglês) apresentou no dia 25 de outubro de 2005, documentos que comprovam como os interrogadores dos USA torturam até a morte os detentos no Afeganistão e Iraque. Nos documentos de 44 autópsias, 21 dessas mortes aparecem como homicídios.

8. O Pentágono é imune à Lei de Liberdade de Informação (FOIA): o Pentágono ficou fora do alcance da Lei de Liberdade de Informação (FOIA, em inglês) desde que em dezembro de 2005 o Congresso aprovou a “2006 Defense Authorization Act”, que declara-o inmune perante as demandas da FOIA “os arquivos operacionais” da DIA, sigla em inglês da Agencia de Inteligencia da Defesa. A medida impedirá conhecer mais de 30.000 documentos sobre tortura, e maltrato à detentos extrangeiros no Afeganistão, Guantánamo e Iraque, assim como o escândalo Abu Ghraib.

9. O Banco Mundial financia o muro Israel-Palestina: Mesmo que em 2004 a Corte Internacional de Justicia (ICJ, em inglês) ordenou jogar abaixo o muro e compensar às comunidades afetadas, a construção da parede continua aceleradamente, e financiada pelo Banco Mundial, cuja visão do “desenvolvimento econômico” evade qualquer discussão sobre a ilegalidade do muro entre Israel e Palestina e, simultaneamente, põe em andamento a Área de Livre Comércio para o Oriente Médio Palestino (MEFTA, em inglês, segundo seu informe de dezembro 2004 “Estancamento ou Reavivamento: Evacuação Israelense e Perspectivas Econômicas Palestinas”.

10. A expansão da guerra aérea matará mais civis no Iraque: Uma eventual retirada das tropas seria substituída por mais bombardeios aéreos intensificados. “Não estamos planejando diminuir a guerra”, disse ao jornalista Seymour Hersh o diretor-chefe do Instituto de Washington, Patrick Clawson, que vê o mundo com os mesmos olhos que Dick Cheney e Donald Rumsfeld: “Apenas queremos mudar a mistura das forças que faz o poder de fogo da infantaria iraquiana com o apoio americano, e o uso maior do poder aéreo”.

11. Confirmam periculosidade dos alimentos geneticamente modificados: Vários estudos recentes confirmam o temor de que os alimentos geneticamente modificados (GM, em inglês) ferem a saúde humana. A Organização Mundial do Comércio conheceu os informes no debate sobre se a União Européia violou as regras internacionais de comércio ao deter a importação de comida transgênica.

12. O Pentágono planeja produzir novas minas terrestres: o governo Bush planeja retomar a produção de sistemas de minas terrestres antipessoais, contra o critério da comunidade internacional e a anterior política dos USA, denuncia o observatório de direitos humanos Human Rights Watch (HRW).

13. Novas evidências estabelecem perigos do herbicida ‘Roundup’: Novos estudos de ambos os lados do Atlântico revelam que o herbicida Roundup, amplamente usado no mundo, traz serias ameaças à saúde humana. Mais do que 75% dos alimentos geneticamente modificados (GM) se desenharam para tolerar a absorção do Roundup, eliminando-se todas as plantas que não são GM. Monsanto Inc., o maior engenheiro de GM, também é o produtor do Roundup, formulado como uma arma contra as plantas invasoras, mas que tem-se convertido num ingrediente preponderante na maior parte das nossas comidas.

14. O Ministerio de Segurança contrata a Halliburton para construir prisões nos EEUU: A KBR (ex Kellogg, Brown and Root), subsidiaria Halliburton, anunciou em junho de 2006 que foi contratada por 385 milhões de dólares para construir centros de detenção nos EEUU.

15. A indústria química e a autoridade ambiental vão dar as mãos: A autoridade ambiental dos USA (Environmental Protection Agence, EPA), confia cada vez mais nas suas aliançaas corporativas (joint venture) para seus programas de investigação, de acordo com documentos obtidos pela organização “Public Employees for Environmental Responsibility” (PEER). O EPA está desviando fundos de saúde básica, e de investigação ambiental para investigações de interesse corporativo.

16. Equador e México desafiam USA no Tribunal Penal Internacional: Equador e México têm-se negado a firmar com USA os acordos de imunidade bilaterais (BIA, em inglês) na ratificação do tratado sobre o Tribunal Penal Internacional (ICC, em inglês), arriscando a ajuda econômica, e desprezando as ameaças da administração Bush.

17. A Invasão do Iraque fortaleceu a agenda da OPEP: Para Greg Palast, jornalista americano “exiliado” em Londres, a invasão do Iraque foi motivada pelo petróleo, e secundariamente, pelo interesse das transnacionais petroleiras em influenciar na Organização de Países Exportadores de Petróleo (OPEP).

18. Físico desafia a versão oficial do 11 de setembro: A explicação oficial para o desabamento dos três edifícios do Centro Mundial de Comércio (WTC, em inglês), acontecido no 11 de setembro de 2001, desafia as leis da física, segundo o profesor Steven E. Jons, da Brigham Young Universite, que pede uma investigação científica independente, internacional, “não guiada por motivações politicas limitantes, senão por observações e cálculos científicos”.

19. A destruição da Floresta Amazônica é pior, e para sempre: Os novos desenvolvimentos da tecnologia de imagem de satélite revelam que a reflorestação da Amazônia mascara uma destruição duas vezes mais rápida, segundo Gregory Asner, científico de Carnegie, autor de estudos, e profesor asistente de geologia, e ciências ambientais da Universidade de Stanford.

20. Água em garrafa – Um problema ambiental global: Os consumidores esbanjam coletivamente 100 bilhões de dólares ao ano em água de garrafa de qualidade duvidosa (em 2004 um 57% mais que em 1999), cujo engarrafamento gera lixo, consume energia, e também não resolve os problemas de um bilhão e cem milhões de pessoas que necesitam de um suprimento seguro de água.

21. A mineração do ouro ameaça antigas geleiras andinas: A poderosa mineiradora canadense Barrick Gold planeja fundir três geleiras andinas no Chile para atingir os depósitos de ouro de Pascua Lama mediante exploração a céu aberto, com o beneplácito das autoridades ambientais chilenas, e com prejuízo de uns 70.000 agricultores, que se encontram águas abaixo.

22. Ministério de Segurança gasta bilhões de dólares sem controle: o Ministerio Segurança dos USA distribuiu mais de 8 bilhões de dólares nos estados desde o 11 de setembro de 2001, mas o público não tem oportunidade de saber como está se gastando esse dinheiro. Muitos estados adotaram a cláusula “nondisclosure” da Lei de Liberdade de Informação (FOIA), alegando que tal dado seria “útil aos terroristas”.

23. Petroleiras dos USA fazem loby na Europa contra os acordos de Kyoto: Lobystas patrocinados pela indústria petroleira americana lançaram uma campanha na Europa com objeto de desestabilizar os esforços para controlar a poluição, o efeito estufa, e a mudança climática. Procuram convencer a União Européia para que abandone seus compromissos com o protocolo de Kyoto.

24. O investimento de Cheney em Halliburton creceu este ano mais de 3.000%: A guerra permanente contra as ameaças de terrorismo inventadas pela política americana em qualquer parte do planeta multiplicou o valor das ações do Vice-presidente Dick Cheney em Halliburton, desde 241.498 dólares em 2004 a mais de 8 milhões de dólares em 2005, enquanto a companhia continua obtendo contratos governamentais sem licitação, nem auditoria, denunciu o senador Frank Lautenberg, democrata por New Jersey.

25. Imunidade de militares dos USA no Paraguai ameaça a região: 500 militares norte-americanos chegaram ao Paraguai com aviões, armas, e munições em julho de 2005, pouco depois que o Senado paraguaio concedeu a imunidade às tropas americanas perante a jurisdição nacional, e o Tribunal Penal Internacional. A força está instalada na base Mariscal Estigarribia, próxima da região estratégica chamada Tríplice Fronteira, que fica entre Brasil, Paraguai e Argentina, muito próxima do gás natural da Bolívia, a segunda maior reserva de América do Sul, e junto ao Aquífero Guaraní, uma das fontes de água fresca maiores do mundo.

A guerra das plataformas sociais

Todos já jogamos War, Civilization ou algo similar. Encontrei no blog Valleywag um mapa que disponibiliza o poder de cada site de rede social ao redor do mundo, de acordo com o Alexa. A brincadeira ficou interessante e possibilita visualizarmos de forma clara quem é quem.

Nos EUA a história é: existia um site chamado Friendster, que não tinha nenhum propósito claro e não evolui, em seguida veio o MySpace, oferece a liberdade para o usuário criar um site horrível e agora o Facebook começa a ganhar mercado por ser considerado uma rede social mais séria.

Outros serviços como o hi5.com, Bebo e Orkut se estabeleceram e criaram uma comunidade for a dos EUA. Como todos já sabemos no Brasil o Orkut é lider absolute de mercado, a competição por aqui é difícil, pois poucos desejam migrar de plataforma, mesmo que sejam muito mais avançadas do que o Orkut. No Brasil as pessoas querem estar onde estão seus amigos.

A seguir alguns dados sobre plataformas sociais:

* O Orkut é líder no subcontinente indiano e no Brasil;

* O Facebook é mais forte e internacionalizado que o MySpace com uma grande comunidade no leste europeu;

* O hi5.com é a plataforma mais internaciolizada de todas, líder em países como o Peru, Colômbia, América Central e outros países como a Mongólia, Romênia e Tunísia;

* O Bebo e o Skyblog são forte nas ex-colônias inglesas como Irlanda e Nova Zelândia, agora está se expandindo para países que foram colônias francesas;

* O Friendster a plataforma pioneira é líder no sudeste asiático;

* O Fotolog, apesar de não ser uma rede social de fato, perdeu espaço para o Friendster nos EUA mas está ressurgindo na Argentina.

Arquivado em: Amazônia, Artigos, Brasil, Direito Ambiental, Direito Internacional, Internet
Publicado em 15 de junho de 2008 às 08:06 por José Mesquita

Termos: , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,

Deixe seu comentário

Publicidade

Mais Visitados

Comentários

Termos

Leituras Recomendadas

Sites Recomendados

Copyright © 2016 Lei & Ordem. Direitos Reservados.

Tech Blue designed by Hive Designs • Ported by Free WordPress Themes